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Sobre o mercado da cogeração em Portugal em 2009

“Em 2009, o sector da cogeração em Portugal foi responsável por cerca de 10% do consumo de electricidade no país e por 35% da produção em regime especial.
O aproveitamento pode dar-se sob a forma de vapor, água quente e/ou fria (trigeração), para uma aplicação secundária, que pode ou não estar ligada ao processo principal. Podemos definir, resumidamente, por cogeração como a produção simultânea de energia térmica e energia mecânica (eléctrica), a partir de um único combustível.
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A opção pela cogeração é especialmente indicada para indústrias ou instalações de serviços que consomem grandes quantidades de energia térmica sendo a indústria petroquímica e química, a indústria da pasta de papel, a indústria de cerâmica, a indústria têxtil e a indústria alimentar as mais apropriadas para a implementação de cogeração.
De realçar que o rendimento da produção de energia eléctrica convencional, ou seja, por via térmica e por transformação de combustíveis fósseis (carvão, fuelóleo e gás natural), tem uma eficiência entre 35% e 60%, sendo perdida entre 40% e 65% do potencial de energia sob a forma de calor residual.
O rendimento de produção de energia térmica através da utilização de caldeiras de produção de vapor ou água quente, convencionais, com utilização de combustíveis fósseis (carvão, fuelóleo e gás natural) têm uma eficiência entre 80 e 95%, sendo perdida entre 5% e 20% da energia contida no combustível.
No entanto, através dos processos de cogeração é possível obter sistemas de produção de ambas as formas de energia, de elevada potência, com perdas entre 5% e 10% na transformação, transporte e distribuição.
Importa referir que um sistema de cogeração pode ser aplicado em qualquer tipo de instalação que acomode consumos de electricidade de calor e/ou frio durante um considerável número de horas anuais.”
Fonte: Galp Energia

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