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Sobre o pacto económico EUA-Europa e seu reflexo na indústria química




No seguimento do anúncio de negociações entre EUA e União Europeia para o estabelecimento da maior zona de comércio livre a nível mundial, o American Chemical Council antecipa um impacto positivo do eventual sucesso nestas negociações para a indústria química americana.

Cal Dooley, presidente dessa associação, afirmou que um pacto de comércio livre pode representar a eliminação de 1,5 mil milhões de dólares anuais em tarifas a produtos americanos.

Um eventual acordo trará ganhos também ao nível da regulação de mercado. A legislação REACH que existe na Europa, terá de ser harmonizada com a legislação americana (FDA) em matéria de registo, testes e informação do vasto conjunto de produtos químicos existentes. 


A zona Oeste da Europa é o maior mercado das exportações americanas, representando 52,8 mil milhões de dólares de transações comerciais.

Os EUA encontram-se também em negociações com a região do Pacífico com vista à elaboração daquilo a que chamam o Trans-Pacific Partnership, que tem sido concertado entre EUA, Canadá, México, Vietname Austrália e outras seis nações. Espera-se que este acordo possa significar um aumento de exportações americanas na ordem de 1.2 mil milhões de dólares.

A indústria química americana beneficia neste momento de uma redução dos custos energéticos, em virtude da exploração das jazidas de gás de xisto,  (gás natural existente em formações rochosas de xisto). Esta redução tem um grande impacto da indústria química, já que 85% dos produtos químicos produzidos nos EUA dependem do gás natural.


Fonte: Reuters

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