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Sobre o aumento de capacidade de produtos alimentares da Unilever/Jerónimo Martins em Portugal, em detrimento da produção de detergentes





"Unilever Jerónimo Martins foca estratégia nos produtos alimentares e anuncia investimento de 22 milhões até 2015 nas fábricas de Santa Iria da Azóia.


A Unilever Jerónimo Martins vai encerrar a fábrica de Sacavém onde são produzidos detergentes e produtos de limpeza caseira e cuidado pessoal deixando, assim, de produzir em Portugal produtos como o Skip ou o Cif.

O encerramento vai concretizar-se até final de 2013 e as marcas produzidas em Sacavém (incluem ainda a Vasenol, o Linic e o Surf) passam a estar no mercado nacional através das “unidades industriais europeias do grupo”, adiantou ao PÚBLICO fonte oficial.

A decisão foi anunciada nesta quinta-feira pela empresa, que decidiu apostar no aumento da capacidade de produção de produtos alimentares nas suas fábricas em Santa Iria de Azóia, onde se produzem marcas como a Vaqueiro, Planta, Becel, Flora, Olá e Knorr. A Unilever Jerónimo Martins vai investir 22 milhões de euros até 2015 para aumentar o peso das exportações, de 30 para 50% da produção total. O complexo industrial vai, assim, “tornar-se num centro produção de nível europeu”, diz a multinacional.




“Com este programa de investimentos estamos a adoptar novas tecnologias, a aumentar a capacidade instalada e a introduzir novos processos de fabrico, o que nos permitirá dar a resposta mais adequada às necessidades e aos desafios do futuro”, refere António Casanova, presidente-executivo, em comunicado.

A empresa, que resulta de uma parceria entre a Jerónimo Martins (dona do Pingo Doce) e do gigante Unilever, garante que vai manter os 80 trabalhadores da fábrica de Sacavém. Os funcionários vão ser transferidos para as unidades de Santa Iria onde irão desempenhar “funções equiparáveis e compatíveis com a sua experiência profissional, com manutenção dos actuais níveis de remuneração e reconhecimento da antiguidade adquirida”.

A Unilever Jerónimo Martins diz ainda que a desactivação das linhas de produção de detergentes, limpeza caseira e cuidado pessoal “em nada afectará” a “determinação estratégica e de negócio" desta categoria de produtos."

16/05/2013

Fonte: Público

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