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Sobre a Indústria Química Brasileira



É a maior do Hemisfério Sul, com vendas em 2009 totalizando US$ 103,3 bilhões.

Sofre severo déficit comercial (importações menos exportações), que somou US$ 32,2 bilhões em 2013 ante aos US$ 28,1 bilhões de 2012.

"É quase impossível não aprofundar [o déficit]", acredita o presidente executivo da Abiquim, Fernando Figueiredo. "Não há nenhum grande investimento entrando em operação esse ano [2014] - o único é o da Basf, de ácido acrílico, em Camaçari (BA), no final do ano - então, neste cenário, a tendência é o déficit crescer, se o Brasil crescer", afirmou no começo de Dezembro, após o 18º Encontro Anual da Indústria Química.

Segundo a Classificação Brasileira de Atividades Econômicas, se divide em Químicos Industriais, Farmacêuticos, Higiene Pessoal e Cosméticos, Fertilizantes, Proteção a Cultivos (Agroquímicos), Sabões e Detergentes, Tintas, Fibras e Outros.

Teve rápida expansão no Estado de São Paulo entre 1950 e 1968.

Hoje tem 4 Centrais de Matérias Primas Petroquímicas (Camaçari - Bahia, Rio - Rio de Janeiro, Capuava - São Paulo e Triunfo, Rio Grande do Sul).

Nos anos 1976 a 1990 sofreu muitas mudanças de configuração, com uniões e aquisições.

Dos anos 1990 em diante sofreu privatizações e novas consolidações.

Os maiores Grupos são: Braskem, Bayer, Du Pont, Heringer, Oxiteno, Syngenta, Praxair, Vale Fertilizantes, Akzo Nobel, EMS, BASF, DOW, Monsanto, Quattor, 3M, Solvay, etc.


Fontes: "Challenges and Perspectives on the Chemical Industy in Brazil", de José M. Pinto em CEP August 2011  e ABIQUIM.


Autor: Roberto Cerqueira

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