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Sobre o histórico alargar de possibilidades no âmbito de uso e aplicação de metais e ligas (Livro)



"Os homens primitivos contaram com seis ou sete metais ao máximo e com algumas simples ligas feitas de dois ou mais daqueles. Mesmo há um século, o número de metais disponíveis era muito reduzido. Hoje em dia há uma quantidade quase ilimitada. Em boa verdade, apesar disso, o fabricante cogita:


- « Gostava de saber que metal será melhor para este artigo ou peça de máquina »

- «Preciso de um metal com determinadas qualidades ».
Então aguarda simplesmente que o metalurgista faça essa pesquisa e elucide.

E ele não fica muitas vezes surpreendido, se aparecer um metal que pese metade do aço, mas não se manche com a água do mar, ou um que é tão forte como o ferro e, além disso, um bom condutor de corrente eléctrica.

Onde o fabricante primitivo de artigos de metal utilizava um metal básico, o moderno produtor pode escolher o mais apropriado entre milhates. A diferença pode ser bem avaliada considerando o motor de um autómovel que utiliza vinte metais diferentes na sua construção e à volta de oitenta ligas com as características mais variadas.

Esta grande expansão na seleção de materiais é devida não só à descoberta no Laboratório de um número de metais que eram desconhecidos mesmo há duzentos anos, mas também à ciência de combinação de metais, não química, mas física, nessas coisas misteriosas chamadas ligas.

Na verdade, pode dizer-se que aproximadamente todos metais que hoje utilizamos são ligas porque um metal de absoluta pureza é muito caro e, muitas vezes, pouco recomendável."

Fonte: A Ciência ao Serviço da Indústria - A.M.Low (Livro)

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