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Sobre os desafios e oportunidades de digitalização da indústria química e farmacêutica, petrolífera e de gás natural

Um dos artigos mais pertinentes publicado na Harvard Business Review durante o ano de 2016, é assinado por Prashant Gandhi, Somesh Khanna, e Sree Ramaswam, e diz respeito ao grau digitalização de diferentes indústrias nos EUA, incluindo as áreas de química e farmacêutica, produção de bens básicos, mineração, e petrolífera e de gás natural.



A ideia geral que se pode extrair do artigo em questão, cujo título é "Which Industries Are the Most Digital (and Why)?", é que embora a digitalização trespasse os diferentes setores da economia, observam-se graus diferentes incorporação desta tendência. A liderança natural deste indicador é naturalmente da responsabilidade do setor de IT, seguido dos média,da finança e serviços profissionais, os quais apostaram de modo mais sofisticado nas soluções digitais do que o resto da economia.

O estudo contempla 3 vertentes:

  • ativos: nomeadamente computadores, servidores, redes e software;
  • utilização: nomeadamente práticas como pagamentos digitais, maketing digital, e gestão das operações e clientes por via digital (software);
  • trabalho: nomeadamente na utilização de recursos digitais com vista a alcançar inovação e ganhos de eficiência;
Como se pode observar no gráfico pelas regiões nº2 e nº4, as áreas de química e farmacêutica, produção de bens básicos, mineração, e petrolífera e de gás natural, encontram-se em processo de digitalização, com alguma vantagem para o setor petrolífero e de gás natural, Já a indústria química e farmacêutica pode ser considerado um na setor que estabelece a fronteira entre as áreas com maior ou menor grau de digitalização.

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