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Sobre a evolução do rímel enquanto produto cosmético, e a engenharia química necessária ao revivalismo vintage deste produto





No final de 1800 e início de 1900, o químico francês Eugene Rimmel e norte-americano T.L. Williams (o qual veio a fundar a empresa Maybelline), ambos desenvolveram suas próprias fórmulas de rímel a partir de petróleo e carvão, que tomavam a forma de "bolo". A aplicação dos produtos requeria molhar um pincel, esfregá-lo contra um pigmento duro e comprimido, e só depois aplicá-lo aos cílios. Se isso parece algo confuso de operar, é precisamente por isso que a química e embalagem de rímel eventualmente evoluiu para os elixires cremosos de hoje, alojados em tubos e com varinhas de aplicação integradas.

E se alguns poderiam dar essa forma de aplicar e produzir rímel como ultrapassada, eis senão quando a historiadora de cosméticos Gabriela Hernandez aposta numa linha revivalista, que dá pelo nome de Bésame Cosméticos, e que comprende cosméticos de luxo vintage, a qual, tanto quanto consta, está esgotada devido à grande procura. 

Fonte: Marie Claire

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  • De que pode ser feito um rímel, atualmente?



Tomando como exemplo uma formulação patenteada em 2010, uma formulação de rímel pode contemplar os seguintes componentes: uma cera polimérica (alquil etoxilada), um polímero modificado com polaridade ainda assim solúvel numa fase orgânica, água, um óleo não volátil capaz de solubilizar um um polímero modificado com polaridade, um solvente volátil (opcional), e corantes (opcional).

As atuais formulações deste produto, parte do princípio de que a aplicação será realizada com diretamente mergulhando um pincel na mistura. Por este motivo o próprio recipiente (ver acima exemplo)  pode ser alvo de patente.

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