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Revista semanal de imprensa (BEQ.2019.8): lítio português, químicos e saúde na Europa, carros elétricos na Noruega, Brasil quer desburocratizar químicos




A quarta maior produtora de ferro do mundo, a Fortescue, fez pedidos de prospecção para 22 áreas no norte e no sul, cobrindo toda a zona à volta das áreas identificadas com potencial para a exploração de lítio.


Sistema de registo e avaliação existe há 12 anos, mas ainda há até produtos cancerígenos sem qualquer restrição a serem usados na produção de bens de uso comum.


Vendas do primeiro trimestre de 2019 mostram que três em cada cinco carros novos são 100% eléctricos e um em cada cinco são híbridos.


A Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) anunciou nesta terça-feira o lançamento da campanha "Desburocratize a Química", programado para o dia 3 de abril, com o objetivo de reduzir as dificuldades burocráticas enfrentadas pelo setor no país.

Sobre a dimensão económica e social da indústria química mundial no ano de 2017, e sua distribuição geográfica




A análise global mostra que a indústria química, sua cadeia de abastecimento e demais dependências, fez uma contribuição estimada US $ 5,7 biliões (milhões de milhão) para o PIB mundial em 2017, e justificou 120 milhões de empregos. A sua contribuição económica foi portanto, equivalente a 7 por cento do o PIB mundial naquele ano, enquanto a contribuição para o mercado de trabalho equivaleu à da população total do México.

Deste total, a indústria química propriamente dita adicionou diretamente US$ 1,1 biliões para PIB global em 2017, e empregou diretamente 15 milhões de pessoas. (...) Isso faz com que seja o quinto maior setor industrial do mundo em termos de contribuição para o PIB mundial (representando 8,3% do valor económico total da indústria global). A comparação dos impactos diretos e totais sobre o emprego na indústria química implica que, para cada pessoa diretamente empregada nesta indústria, sete postos de emprego adicionais são necessários. Em termos de PIB, para cada $ 1 gerado pela indústria química, mais US$ 4,20 são gerados noutros setores económicos. 

Impacto da indústria química nos diferentes contentes, em 2017.


(...) Dividindo a análise em cinco regiões globais, a indústria química da Ásia-Pacífico fez a maior 
contribuição anual para o PIB e empregos em 2017. Esta gerou 45% do valor económico anual total da indústria, e 69 por cento de todos os trabalhos suportados. A Europa surge com a segunda contribuição mais importante globalmente, seguida pela América do Norte.



(...) A indústria química global investiu cerca de US$ 51 mil milhões em R&D em 2017, e esse gasto apoiou 1,7 milhão de empregos e US$ 92 mil milhões em atividade económica no mesmo ano. 


Países com maior investimento em R&D na área da química, em 2017.



O que está incluído no conceito de 'indústria química'?

Usamos a definição delineada na Divisão 20 da NACE Rev. 2 do Eurostat; ou seja, "Produção de químicos e produtos químicos". Isso inclui os seguintes subsetores:
  • Produção de produtos químicos básicos, fertilizantes e compostos azotados, plásticos e borracha sintética em formas primárias;
  • Produção de pesticidas e outros produtos agroquímicos;
  • Produção de tintas, vernizes e revestimentos similares, tintas de impressão e mástiques;
  • Produção de sabão, detergentes, limpeza, polimento, perfumes e produtos de toilette;
  • Produção de outros produtos químicos, incluindo explosivos e produtos pirotécnicos, colas, óleos essenciais e produtos químicos produtos não classificados em outra parte (por exemplo, material químico fotográfico, preparações de diagnóstico, etc);
  • Produção de fibras artificiais.

Fonte: The Global Chemical Industry: Catalyzing Growth and Addressing Our World’s Sustainability Challenges - March 2019 (Relatório)

Sobre o Porto de Antuérpia (Bélgica), o maior cluster petroquímico da Europa, e a sua imponente rede de pipeline multiproduto




O Porto de Antuérpia está localizado no centro de Flandres, no coração da zona comercial mais poderosa da Europa. É a sede da principal plataforma marítima e logística integrada da Europa, que permite o trânsito suave, livre de erros e rápido de mercadorias para todos os principais mercados europeus. O porto de Antuérpia também é conhecido pelos seus procedimentos alfandegários rápidos, intuitivos e descomplicados.

A Flandres é um local popular para a sede e escritórios de empresas petroquímicas líderes mundiais. A região responde por 70% da indústria petroquímica da Bélgica, sendo que 13 das 20 maiores empresas petroquímicas estão presentes na Bélgica.

A Flandres abriga o maior cluster petroquímico da Europa, situado no porto de Antuérpia. De fácil acesso, não é apenas o maior do género na Europa; é também o segundo maior do mundo. Em grandes números, a área portuária contempla:
  • 500 empresas químicas em 2.500 ha de área industrial;
  • 5 refinarias de petróleo;
  • 5 steam crackers;
  • um portfólio de 300 produtos químicos diferentes.




Com mais de 40 km2 de indústrias químicas que abrigam 7 das 10 maiores empresas químicas do mundo, o Porto de Antuérpia é de longe o maior aglomerado químico da Europa. Também possui a maior capacidade de armazenamento da Europa para a indústria petroquímica, com cerca de 350.000 m3 de tanques de aço inoxidável e 8 terminais plásticos de múltiplos clientes com uma capacidade total de mais de 430.000 m³.

O Porto de Antuérpia possui um nível extremamente alto de integração e diversidade em toda a cadeia de valor - uma combinação única no mundo. De matérias-primas, commodities e produtos intermediários até produtos finais, o porto possui unidades em energia, integração de processos e logística, para uma relação custo-benefício líder mundial.

Além disso, os pipelines do porto formam um importante centro do norte da Europa para o trânsito de petróleo bruto, nafta, etileno, propeno, gás natural, etc.




Sobre a maior mina de carvão da Europa (Katowice - Polónia), e a problemática longevidade das centrais a carvão europeias



"Nos arredores de Katowice, fica a maior mina de carvão da Europa.

Com cerca de 3500 trabalhadores, é um dos símbolos de uma região há muito descrita como o reino de carvão da Polónia.

Aqui, a mineração de carvão não é apenas uma indústria, é a essência da identidade da Silésia.

É um trabalho duro e perigoso, diz Radek, mas ele não consegue pensar em fazer outra coisa. "Durante toda a minha vida, tenho visto esta mina desde a minha janela. O meu pai era mineiro, os meus avós trabalhavam nas minas. É uma tradição transmitida de geração em geração. É difícil explicar o porquê mas algo me atrai e continuo a trabalhar nesta mina,”revela o mineiro de uma mina de carvão, Radek Wojnar.

Num país onde o carvão é responsável por 80% da produção de energia elétrica, as metas climáticas e energéticas da União Europeia, que incluem a eliminação gradual dos combustíveis fósseis, não são bem aceites."


Fonte: Euronews





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  • Reservas de carvão na Polónia e sua utilização como recurso energético:

O carvão do tipo antracite (hard coal) e a lenhite são de importância estratégica para a Polónia. Em comparação com outros países membros da União Europeia, a Polónia possui reservas substancialmente maiores de antracite lenhite e faz bom uso desses recursos de energia para a produção de eletricidade. As reservas de carvão bruto totalizam 21,1 mil milhões de toneladas, localizadas principalmente nas bacias de carvão da Alta Silésia e Lublin.

(...) [Em 2015] quase metade da produção de eletricidade polaca, 79,9 TWh (48,4%), foi gerada em centrais elétricas a carvão e 52,9 TWh (32,1%) em centrais elétricas alimentadas a lenhite.

Fonte: Euracoal

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  • Centrais a carvão na Europa e a sua problemática longevidade:

Existem cerca de 280 centrais a carvão ainda em operação na União Europeia, das quais 200 estão em operação há mais de 30 anos, ou seja mais de 70% destas.

Essas unidades a carvão são mais ineficientes e poluentes. A Alemanha tem a maior capacidade de produção de energia a partir de carvão, mas possui as centrais a carvão mais recentes mas também um número enorme de unidades antigas, juntamente com a Polónia.

O Reino Unido, a Espanha e a França não têm centrais recentes, sendo o seu parque constituída exclusivamente com unidades antigas.

Fonte: Unearthed
Fonte: CAN Europe

Sobre o ERIH (Roteiro Europeu do Património Industrial), o legado da indústria no cobiçado estilo de vida europeu, e pontos turísticos a visitar em Portugal



"Desde o início, a industrialização cruzou fronteiras - nunca foi um fenómeno puramente nacional. Desde meados do século XVIII, novas tecnologias e métodos de produção espalham-se rapidamente pela Europa. Os fabricantes construíram suas fábricas em diferentes países e geraram enormes lucros, e milhares de trabalhadores migraram para as áreas industriais emergentes. Os sindicatos lutaram com sucesso pelos direitos dos trabalhadores que se incorporaram no estado de bem-estar social europeu de hoje. Foi nessas fundações que se estabeleceu a Europa moderna, caracterizada pela sua grande prosperidade económica e seus altos padrões de assistência social e médica.

Todas as cidades, todos os monumentos industriais e todas as propriedades dos trabalhadores foram, e ainda são, parte desse processo que começou na Europa e se espalhou pelo mundo. Mas a maioria dos turistas ainda não está ciente disso. A rede intimamente conectada das regiões industriais europeias que continuam a inspirar e fortalecer umas às outras é algo que hoje raramente é apresentado na maioria dos monumentos e atrações industriais.

(...) O ERIH é o Roteiro Europeu do Património Industrial, uma rede dos mais importantes locais de património industrial da Europa. É o elo comum entre todos eles. De fábricas de produção desativadas a parques paisagísticos industriais e museus de tecnologia interativos."

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Alguns dos pontos de visita em Portugal:

Revista semanal de imprensa (BEQ.2018.29): baterias europeias, brinquedos tóxicos, Al Gore em Portugal, novo secretário de Estado PhD em engª química

Nesta rubrica o BEQ faz uma compilação de notícias, artigos ou outros conteúdos, descobertos e lidos no decorrer da semana, e que tratam de temas centrais ou conexos com a engenharia química.

O mote é divulgar este ramo engenharia pela promoção e consulta de conteúdos originalmente  publicados por outras fontes que não o BEQ, desde logo blogues, jornais, revistas, ou sites em geral.


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A União Europeia está preocupada com o futuro do sector automóvel, o qual prevê que seja "eléctrico". Neste sentido, Bruxelas incentiva os Estados-membros a concorrer a milhares de milhões em fundos que querem apoiar até a construção de uma "gigafábrica" como a da Tesla.


Conclusão consta de um estudo feito em 18 países europeus. Os artigos comprados em Portugal apresentam os piores resultados. (...) A ZERO enviou para análise dois brinquedos e três acessórios de cabelo e todas as amostras tinham químicos tóxicos usados como retardadores de chamas associados aos resíduos eletrónicos.

A cidade Invicta volta a ser o palco para a partilha de experiências e soluções para mitigar os impactos do clima em mudança, acolhendo em Março de 2019 o ecologista americano que em 2007 recebeu o Nobel da Paz. (...) [O evento conta ainda com] Roger Boulton, professor de Engenharia Química da Universidade da Califórnia em Davis e investigador na área do vinho;

O novo secretário de Estado - João Sobrinho Teixeira - foi até há três meses presidente do Politécnico de Bragança. Cargo que ocupou nos últimos oito anos e onde dá aulas desde 1986. Entre 2008 e 2013 foi presidente do Conselho Coordenador dos Politécnicos. (...) Natural de Mirandela, Sobrinho Teixeira tem 56 anos e é doutor em Engenharia Química pela  Universidade do Porto.     




Revista semanal de imprensa (BEQ.2018.28): ainda menos CO₂ dos carros, o custo de limpar cigarros do chão, fusão na Petrobrás, e o exemplo da Bonduelle

Nesta rubrica o BEQ faz uma compilação de notícias, artigos ou outros conteúdos, descobertos e lidos no decorrer da semana, e que tratam de temas centrais ou conexos com a engenharia química.

O mote é divulgar este ramo engenharia pela promoção e consulta de conteúdos originalmente  publicados por outras fontes que não o BEQ, desde logo blogues, jornais, revistas, ou sites em geral.


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Os países da UE chegaram a acordo, na noite de terça-feira, para reduzirem em 35% as emissões de CO das viaturas novas em 2030. (...) Num comunicado divulgado esta manhã, o responsável da ACEA garantiu que a redução das emissões continua a ser uma das “principais prioridades da indústria automóvel da União Europeia”.

A região belga de Bruxelas quer cobrar à indústria tabaqueira os custos da limpeza das beatas de cigarros que acabam no chão, uma fatura estimada em 200.000 euros que as empresas admitem negociar.

A petrolífera estatal brasileira Petrobras anunciou que a subsidiária Petrobras América Inc-PAI e empresa norte-americana Murphy vão fundir as operações no Golfo do México, com a petrolífera brasileira a encaixar 955 milhões de euros. A parceria engloba todos os ativos de produção de ambas as empresas localizados no Golfo do México, a principal região produtora de petróleo nos Estados Unidos.

 A fábrica de Santarém é a única do grupo e também constitui caso único em Portugal. Produz anualmente cerca de 30 mil toneladas de legumes processados ultracongelados. A fábrica da Bonduelle em Santarém labora desde 1989 e é uma referência na agro-indústria nacional. A empresa tem uma relação próxima com os produtores da região, que fornecem cerca de 85% dos legumes que alimentam as linhas de produção da unidade fabril situada na zona industrial da cidade. 

Sobre a escassez de CO₂ de qualidade alimentar (para cerveja e refrigerantes) na Europa, e a relação desta com o abrandamento da produção de fertilizantes




Os consumidores europeus de cerveja e refrigerantes podem ser surpreendidos com constrangimentos de oferta destas bebidas este verão. Paralisações para a manutenção nos principais fornecedores de CO de qualidade alimentar combinadas com um estado do tempo excecionalmente quente em alguns pontos da Europa estão a criar uma súbita escassez deste gás em alguns produtores de alimentos e bebidas.

Os principais produtores de bebidas, incluindo a Coca-Cola, foram afetados pela escassez de CO na Europa. Os distribuidores europeus de gás industrial, incluindo a Air Liquide, a Linde e a Praxair, foram também afetados pela escassez de CO, com o fornecimento a ficar especialmente mais apertado no Reino Unido.

Uma grande fração de CO de qualidade alimentar é produzido como subproduto durante a produção industrial de amoníaco. Habitualmente, muitos produtores europeus de amoníaco fecham suas fábricas para manutenção durante o verão, quando a procura por fertilizantes diminui. Porém, este ano as paragens estão a ser prolongadas porque os preços do amoníaco estão baixos e os custos das matérias-primas estão altos. Consequentemente, os produtores de amoníaco têm importado - não fabricando - algum produto. 

Consequentemente, a disponibilidade de CO de qualidade alimentar está-se a ressentir, conduzindo a constrangimentos abastecimento aos produtores de bebidas, que encontram no invulgar calor incentivos adicionais para querer vender os seus produtos.

Fonte: C&En News

Sobre o 'O que pode se fazer com uma árvore' (CEPI), e a importância da economia da floresta para a Europa


Consulte ou descarregue o póster aqui.

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No póster acima, encontram-se sistematizadas pouco menos do que 100 diferentes aplicações e produtos associados à economia da floresta, e que encontram colocação no mercado e utilidade em mais de 13 indústrias distintas, a saber: aviação, construção civil, impressão e publicação, embalagens, alimentação, automóvel, cosmética e higiene pessoal, eletrónica, farmacêutica e médica, mobiliário, químicos, têxtil, e energia.

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"As florestas cobrem cerca de 40% do território da Europa (190 milhões de hectares), tornando a Europa uma das regiões mais ricas em florestas do mundo. A região é uma das poucas no mundo onde a cobertura florestal aumentou no último século. Proprietários de florestas e os gestores contribuem para o crescimento e o emprego na área rural, assegurando a prestação de serviços de madeira e ecológicos. 

As atividades florestais europeias têm um volume de negócios de quase € 500 mil milhões, empregando aproximadamente 3,5 milhões de pessoas.  A respetiva indústria investiu em tecnologia para transformar resíduos e subprodutos em produtos  inovadores de base biológica que são essenciais para o desenvolvimento de uma bioeconomia. 

Como o aumento dos investimentos feitos em tecnologias inovadoras, mais produtos desta indústria poderão ainda vir a alcançar novos segmentos de mercados, proporcionando benefícios adicionais para a sociedade como um todo.

A bioeconomia compreende o abastecimento sustentável de recursos e serviços renováveis bem como a conversão de fluxos de resíduos em alimentos, rações, fibras, materiais, produtos químicos e bioenergia. 

As biorrefinarias,  enquanto parte essencial da bioeconomia, são instalações industriais que fornecem produtos de origem natural, substituindo outros de origem fóssil. Um grande exemplo de biorrefinarias é a celulose e o papel, juntamente com fábricas de processamento de madeira. Estes têm o potencial de fornecer uma riqueza de produtos como os identificados no póster acima."

Fonte: CEPI

Sobre os novos símbolos europeus para identificação do tipo de combustível (NP EN 16942:2017)





"Dentro de três meses [2018] os cerca de 3 000 postos de combustível de todo o País [Portugal] terão de ter, afixados nas medidoras e nas agulhetas, novos símbolos harmonizados a nível europeu que identifiquem o tipo de combustível e permitam ao consumidor escolher o mais adequado para a sua viatura e evitar confusões no momento do abastecimento.

Em causa está a aplicação da NP EN 16942:2017, a norma portuguesa que dá corpo a uma diretiva segundo a qual todos os postos de 35 países da Europa e as novas viaturas passam a ter de apresentar, a partir de 12 de outubro, estes novos identificadores de combustível, com formas geométricas distintas e informação numérica associada ao teor de biocombustível presente no produto. O objetivo é tornar claro para qualquer viajante na Europa, independentemente do país onde esteja, qual o combustível a utilizar, além de promover os combustíveis ditos "alternativos".

Assim, as gasolinas passarão a estar identificadas por um círculo com a letra “E” (de etanol), os gasóleos por um quadrado com a letra “B” (de biodiesel) e os produtos gasosos por losangos com a sigla de cada combustível. Consoante o teor de biocombustível presente (em percentagem), as gasolinas podem ser identificadas como E5, E10 e E85 (5%, 10% e 85% de etanol presente), enquanto nos gasóleos como B7 e B10 (7% e 10% biodiesel presente). Já o diesel parafínico é identificado por XTL. Nos combustíveis gasosos há quatro designações: CNG (gás natural comprimido), H2 (hidrogénio), LNG (gás natural liquefeito) e LPG (gás pressurizado líquido)."

Fonte: Visão,  11/07/2018

Revista semanal de imprensa (BEQ.2018.19): carros elétricos vs petróleo, CUF muda de nome, siderurgia à venda, e preços de gás e eletricidade

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O mercado automóvel da Noruega está a pender para o segmento dos veículos elétricos. O fenómeno é de tal forma popular que, em 2017, 50% dos carros novos adquiridos, eram alimentados por eletricidade. A taxa é a mais alta do mundo e o impacto já se sente na indústria dos combustíveis fósseis.

A CUF, área de negócio da indústria química do Grupo José de Mello, passa a apresentar-se como Bondalti.  A marca quer consolidar o estatuto de principal produtor europeu não integrado de anilina e nitrobenzeno.

A brasileira Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) quer vender os activos que tem em Portugal. Em causa está a Lusosider, uma fábrica em Paio Pires, no Seixal. A venda desta unidade poderá render à CSN entre 300 milhões e 500 milhões de dólares, de acordo com o Valor Econômico, que cita cálculos da XP Investimentos.

Portugal manteve, em 2017, os preços mais elevados da União Europeia no gás e o segundo lugar no preço da eletricidade, em termos de paridade do poder de compra, segundo o Eurostat.




Revista semanal de imprensa (BEQ.2018.16): lítio, esquentadores e repelentes de insectos em Portugal, e o panorama da contaminação de solos mundial

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Desde o ano passado que a empresa Savannah Resources estuda a possibilidade de encontrar na Mina do Barroso, no norte de Portugal, um mineral que permite a produção de lítio, a Espodumena.Ao que parece, essa missão foi concluída com sucesso, já que a empresa anunciou ter descoberto em Portugal aquela que será a maior reserva desse mineral da Europa Ocidental.

O corte na emissão de gases poluentes imposto por legislação europeia vai obrigar a multinacional a alterar quase todo o portefólio na unidade industrial aveirense. A adaptação está nas mãos de 80 engenheiros portugueses e tem de avançar já em Julho.

Aplica-se nos tecidos em vez de se colocar na pele e promete repelência contra todo o tipo de mosquitos. Falamos da Moskout, uma marca 100% portuguesa desenvolvida pela New Textils, empresa especializada em engenharia têxtil e química para a área da saúde.

Até 2030, a produção de químicos deverá crescer 3,4% ao ano. A expansão do setor preocupa a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), que divulgou nesta semana um novo relatório sobre a contaminação dos solos causada por diferentes atividades humanas. Em 2015, a indústria química da Europa produziu 319 milhões de toneladas de compostos. Desse volume, 117 milhões eram consideradas perigosas para o meio ambiente.

Revista semanal de imprensa (BEQ.2018.3): pele artificial, sacos de plástico, emprego no Brasil, açúcar caribenho, e impacto dos micro-ondas

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A abordagem patenteada da Olivo cria uma pele artificial respirável, flexível e praticamente invisível que oferece diversos benefícios antes inacessíveis pela cosmética tradicional ou até mesmo pela cirurgia cosmética. A Olivo foi fundada pelos renomados cientistas Dr. Robert Langer*, Professor do David H. Koch Institute no Massachusetts Institute of Technology, Dr. Rox Anderson, chefe do Wellman Center of Photomedicine no Massachusetts General Hospital, e Dr. Dan Anderson, professor associado de Engenharia Química do Massachusetts Institute of Technology.


Agora que a primeira estratégia para os plásticos na União Europeia foi apresentada, para Maio deverá surgir legislação comunitária para a pôr em prática. Até 2030, uma das metas é que todas as embalagens de plástico sejam recicláveis. E agora o que vai fazer Portugal quanto aos plásticos? 


Até 2020, será necessário formar mais de 13 milhões de profissionais para suprir o desenvolvimento do setor. Há grande expectativa de geração de empregos nas áreas de formação de meio ambiente e produção, alimentos, vestuário e calçados, tecnologias de informação e comunicação, energia, veículos, petroquímica e química, madeira e móveis, papel e gráfica, mineração, além de pesquisa, desenvolvimento e design.


Em meio a crises econômicas e concorrência no mercado mundial, a maioria das usinas de açúcar do Caribe está encerrando suas atividades. No século XVIII, a região do Caribe fornecia quase todo o açúcar para o Reino Unido. Hoje, o Caribe de língua inglesa produz menos de 0,3% da produção e exportação de açúcar do mundo. Muitas ilhas trocaram o cultivo de cana-de-açúcar por atividades mais lucrativas.


Um novo estudo da Universidade de Manchester concluiu que só os micro-ondas da União Europeia emitem quase 8 milhões de toneladas de dióxido de carbono. Os investigadores analisaram as emissões de dióxido de carbono emitidas pelos micro-ondas utilizados na União Europeia desde a altura em que estes são fabricados até ao momento em que são deitados fora.

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