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Revista semanal de imprensa (BEQ.2019.8): lítio português, químicos e saúde na Europa, carros elétricos na Noruega, Brasil quer desburocratizar químicos




A quarta maior produtora de ferro do mundo, a Fortescue, fez pedidos de prospecção para 22 áreas no norte e no sul, cobrindo toda a zona à volta das áreas identificadas com potencial para a exploração de lítio.


Sistema de registo e avaliação existe há 12 anos, mas ainda há até produtos cancerígenos sem qualquer restrição a serem usados na produção de bens de uso comum.


Vendas do primeiro trimestre de 2019 mostram que três em cada cinco carros novos são 100% eléctricos e um em cada cinco são híbridos.


A Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) anunciou nesta terça-feira o lançamento da campanha "Desburocratize a Química", programado para o dia 3 de abril, com o objetivo de reduzir as dificuldades burocráticas enfrentadas pelo setor no país.

Sobre a força de arrasto (atrito) e a vantagem de praticar ciclismo em grupo para uma boa gestão do esforço individual





Um pelotão de ciclismo consiste num grupo de ciclistas que circulam juntos para reduzir o arrasto aerodinâmico e com isso o gasto individual de energia. Estudos prévios em pequenos grupos de ciclistas de desenho em linha mostraram reduções de até 70 a 50% do arrasto de um ciclista isolado na mesma velocidade e esses valores também foram usados para pelotões. No entanto, dentro de um pelotão bem compactado com várias filas de ciclistas a fornecer abrigo, maiores reduções de arrasto podem ser esperadas. 

(...) A força de arrasto calculada para um ciclista isolado à mesma velocidade (15m / s) é 40,33 N. Para todas as subconfigurações, o ciclista líder tem o maior arrasto, que é 96 % ou 98 % do piloto isolado. Na subconfiguração 1, os dois pilotos na segunda linha têm um arrasto de cerca de 70 a 75% do do corredor isolado. Cada um deles tem um arrasto diferente, devido à assimetria dos ciclistas (uma perna está na frente da outra). O ciclita à direita é protegido pelos três pilotos principais e experimenta o menor arrasto, que é 43 % do piloto isolado. Para a subconfiguração 2, o segundo e o terceiro elemento têm um arrasto de 60 % e 52 % do ciclista isolado, respectivamente. Finalmente, para a subconfiguração 3, os pilotos à direita têm um arrasto decrescente monótono, até 46 % do do corredor isolado para o quarto da linha.

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B. Blocken, T.v. Druenen, Y. Toparlar, F. Malizia, P. Mannion, T. Andrianne, T. Marchal, G.-J.
 Maas, J. Diepens, Aerodynamic drag in cycling pelotons: New insights by CFD simulation and wind tunnel testing, Journal of Wind Engineering and Industrial Aerodynamics, 179 (2018) 319-337,





Arrasto (Drag) em Alta Velocidade

A equação de arrasto calcula a força experimentada por um objeto que se move através de um fluido em velocidade relativamente alta (ou seja, elevado número de Reynolds, Re > 1000), também chamado de arrasto quadrático. A equação é atribuída a Lord Rayleigh (…).

A força de arrasto (FD) num objeto em movimento devido a um fluido é:


onde ρ é a densidade do fluido, v é a velocidade do objeto em relação ao fluido, A é a área de referência, CD é o coeficiente de arrasto (um parâmetro adimensional, por exemplo, 0.25-0.45 para um carro), e é o vetor unitário indicando a direção da velocidade, e onde sinal negativo indica que o arrasto é oposto ao da velocidade).

A área de referência A é geralmente definida como a área da projeção ortogonal do objeto em um plano perpendicular à direção do movimento (por exemplo, para objetos com uma forma simples, como uma esfera, essa é a área da seção transversal).

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Fonte: R.T. Patil, D.M. Kadam, Hot Air Drying Design: Fluidized Bed Drying, Handbook of Food Process Design , John Wiley & Sons, 2012

Sobre o investimento de US $ 10 milhões da Volkswagen na start-up Forge Nano., e baterias elétricas melhoradas a partir de deposição em camada atómica



O Grupo Volkswagen pretende investir US $ 10 milhões na startup “Forge Nano Inc.” com o objetivo de reforçar o seu conhecimento especializado no domínio de investigação em baterias. A Forge Nano está a investigar uma tecnologia de revestimento de materiais que pode melhorar ainda mais o desempenho de baterias elétricas. Enquanto parceira, a Volkswagen fornecerá suporte para testes industriais desta tecnologia. A transação ainda está sujeita à aprovação das autoridades.

A Volkswagen tem colaborado com a Forge Nano desde 2014 na investigação avançada de materiais para baterias . A startup com sede em Louisville, Colorado, investiga processos para o aumento de escala da tecnologia de deposição em camada atómica (ALD) para criar novos materiais do tipo core-shell, especialmente para aplicação em baterias. A tecnologia ALD é um processo químico para aplicação de revestimentos à escala atômica, um átomo de cada vez. Com a sua tecnologia ALD específica, a Forge Nano visa aumentar a densidade de energia das células de bateria de veículo automóveis, a qual teria efeitos positivos na autonomia de veículos elétricos. A Volkswagen tem partilhado os seus conhecimentos em matérias de automóveis e baterias para os esforços de investigação aplicada da Forge Nano.

Segundo Axel Heinrich, chefe da Volkswagen Group Research: “Na Volkswagen, queremos ser o fornecedor líder mundial de mobilidade elétrica. Estamos continuamente a expandir o know-how de tecnologias de bateria necessário para essa finalidade. Precisamos de salvaguardar a nossa competência tecnológica para o futuro. A cooperação com start-ups é um elemento-chave nesses esforços. Estamos a atuar como parceiros da Forge Nano e pretendemos oferecer à equipa oportunidades para realizar testes industriais com sua tecnologia inovadora”.

Já Paul Lichty, fundador e CEO da Forge Nano, afirma: “A nossa tecnologia de engenharia de superfícies de precisão atómica está a inaugurar uma nova era para os materiais de alto desempenho. Estamos entusiasmados por fazer parceria com uma empresa que tem um compromisso tão forte de comercializar esta inovação ”.

Fonte: Forge Nano


A corrida por vantagem de desempenho em baterias elétricas para automóveis



Segundo a empresa, os dados sobre a qualidade dos revestimentos produzidos pela Forge Nano em baterias de iões de lítio mostram que:

  • Se ativados pela tecnologia ALD, os materiais usados como cátodo e ânodo, aumentam a vida útil da bateria em até 200%;
  • 20% maior capacidade da bateria em células de grande formato (40 Ah); 
  • 60% de redução na geração de gases no material catódico;
  • Um pó catódico de alta voltagem de baixo custo com desempenho excecional;
  • Usando os revestimentos eletrolíticos da Forge Nano, observa-se uma maior capacidade que os materiais convencionais para carga rápidas.  

Argumentos comparativos de desempenho invocados pela Forge Nano.

Sobre Jim deMello, um empreendedor engº químico lusodescendente que começou por fazer limpezas numa empresa de elastómeros nos EUA e terminou dono dela



"O meu nome é Jim George DeMello. Nasci em New Bedford, Massachusetts, em novembro de 1940. Os meus pais também nasceram aqui nos Estados Unidos. Os meus avós da parte da minha mãe nasceram no continente, os da parte do meu pai nasceram nos Açores, no Pico.

(...) Foi em Engenharia Química que Jim se formou e ainda estudante começou a trabalhar na Acushnet Rubber, empresa já centenária que é famosa pelo material de golfe que produz, em especial as bolas. Acabou dono. É, de facto, uma história incrível, que vale a pena ouvir contada da boca do próprio: "Comecei a trabalhar lá, a fazer limpezas, quando estava ainda a estudar. Trabalhava lá no verão. Depois graduei-me e comecei a ser engenheiro na Acushnet Rubber. Depois daí fui subindo até chegar a ser presidente da companhia. Depois de ser presidente, passados três ou quatro anos, comprei-a."

(...) Durante cinco anos, Jim foi presidente, CEO e dono da Acushnet Rubber. Depois, em 2000, decidiu vendê-la e lançar-se em novos negócios. "Depois de vender a companhia, onde estive 40 anos, comecei então a ver prédios e a comprar casas. Os investimentos passaram a ser em imobiliário, tanto aqui em New Bedford como em Dartmouth, perto da universidade", explica. Mas ao mesmo tempo decidiu reforçar o apoio à comunidade portuguesa, sobretudo à educação, não só ajudando a criar a Discovery, que tanto o orgulha, como financiando bolsas de estudos portugueses na universidade."

Fonte: DN


Homem do ano em 2018, segundo a Prince Henry Society, New Bedfor Chapter

A Prince Henry Society, New Bedfor Chapter é uma sociedade fundada em 1980 por luso-americanos para preservar o contributo dos portugueses nos EUA, bem como promover a melhor cultural, económica, educacional e social de descendentes de portugueses nesse território.


Esta sociedade galardoou DeMello como homem do ano em 2018, pelo seu contributo filantrópico em prol da melhoria de condições para descendentes de portugueses nos EUA.


A empresa Acushnet Rubber e seus novos donos

A Acushnet Rubber Company, Inc. foi fundada em 1994 e está sediada em New Bedford, Massachusetts. A empresa faz negócio sob a marca Precix, e projeta e fabrica vedantes elastoméricos. Comercializa o-rings, vedantes do sistema de combustível, vedantes de uretano e vedantes para o sistema de travões de automóveis, etc. A empresa também fornece soluções personalizadas de elastómeros. Possui produtos para diversas aplicações, incluindo como setores automóvel / transporte, aeroespacial / militar / governamental, produção e exploração de energia, química, e médica. 

Desde 28 de Dezembro de 2012, a Acushnet Rubber Company, Inc. opera como subsidiária da ZD USA Holdings Inc, a qual fabrica peças de reposição para automóveis, e que por sua vez pertence á Anhui Zhongding Sealing Parts Co., Ltd. 

A Anhui foi fundada em 1980 e está sediada em Ningguo, China. A empresa vende produtos de borracha (não-pneu) na China e internacionalmente. Para além da tipologia de produtos  Acushnet Rubber, também fornece soluções de gestão de fluidos que incluem direção hidráulica, sistema de arrefecimento, sistema de combustível, tubos de drenagem, bem como condutas de entrada e exaustão de ar; etc. Além disso, a Anhui comercializa postos de recarga elétrica, sistemas de refrigeração e equipamentos de purificação de gás para veículos movidos a novos tipos de energia. Ela trabalha para os setores automotivo, de maquinaria de construção, processamento petroquímico, automação de escritório, ferroviário e marítimo, principalmente sob a marca Dinghu.

Coluna 'Ver para Crer' (BEQ.2019.4): na Austrália, quando o pavimento não aguenta o excessivo calor da estrada, os pneus é que pagam




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Corroborando a máxima de que uma imagem vale mais que mil palavras, a coluna 'Ver para Crer' BEQ tem por objetivo divulgar conteúdos multimédia cativantes que possam elucidar dos diferentes fenómenos e contextos em que a engenharia química tenha uma palavra a dizer, seja de forma direta ou meramente simbólica.

Sobre a história das tecnologias de iluminação (da vela à lâmpada), e o que esta sugere sobre o paradigma do motor elétrico para o transporte rodoviário



Um dos temas do momento em matéria de transição tecnológica é sem dúvida a mudança de paradigma do motor de combustão interna para o motor elétrico em veículos rodoviários. O duelo foi enfatizado na publicação “Sobre a competição entre motor elétrico e motor de combustão interna em automóveis, e o reposicionamento da eng. química neste duelo”, e os anos que se seguiram a essa publicação têm vindo a reforçar a ascensão do motor elétrico, o qual se encontra no mapa das decisões políticas como uma transição necessária para contrariar a pegada ambiental que o setor dos transportes comporta na atualidade.

Após um período experimental em que o carregamento dos veículos elétricos foi suportado pelo próprio Estado, assiste-se agora à normalização da situação com cada utente de veículo elétrico a ter de suportar as despesas de recarregamento das baterias. É neste contexto que talvez seja pertinente analisar a evolução tecnológica de uma outra aplicação, a iluminação pública e particular, visto que também ela sofreu uma migração de um paradigma de dependência direta de combustíveis fósseis para a generalização da energia elétrica. 

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Iluminação elétrica: uma questão de escala e de custo 

A figura abaixo apresenta uma estimativa da evolução do total de fluxo luminoso mundial ao longo 
dos anos e em função da(s) tecnologia(s) de iluminação existentes. Nela se constata que de 1700 a 1800 as velas deram conta do recado em exclusivo, com uma o fluxo luminoso total a permanecer estável na casa dos 9-10 mil milhões de lúmen-hora. A melhoria de desempenho que constitui a iluminação a gás, que surgiu no início do século XIX, fez disparar o total de fluxo luminoso mundial, passando este a valer entre 100 e 1000 mil milhões de lúmen-hora por volta de 1850. Depois, entre 1850 e 1900 surgiu a iluminação a querosene, a qual em 1900 justificava sozinha mais de 1000 mil milhões de lúmen-hora. Importa salientar que, por volta de 1900, as velas, o gás e o querosene era tecnologias de iluminação alternativas entre si e mantinham todas elas tendências crescentes, a ponto de a iluminação mundial cifrar-se já nos 10 000 mil milhões de lúmen-hora. É então que a entrada no século XX traz consigo a disseminação alargada da lâmpada elétrica e da eletricidade, fazendo disparar o total mundial para mais de 100 000 mil milhões de lúmen-hora em 1950, e mais de 1 bilião de lúmen-hora por volta do início do século XXI. Igualmente importante é notar como a partir do século XX se observa a queda da utilização de querosene e gás para fins de iluminação. Assim, a iluminação por energia elétrica suplantou as fontes fósseis logo que atingiu escala e se aprimorou.

Na base das mudanças de paradigma observadas para iluminação de casas e espaços públicos estão critérios de desempenho, implicações técnicas, e claro, indicadores económicos. A figura abaixo traça a cronologia do preço da iluminação (por milhão de lúmen-hora) no Reino Unido desde 1825 até 2000, onde se verifica que após o surgimento de uma nova tecnologia - seja, gás, querosene ou eletricidade - o preço tendeu a cair abruptamente, e que eletricidade conseguiu suplantar o preço das demais de forma inequívoca. Importa aqui enfatizar que, quando a lâmpada elétrica surgiu, o preço da iluminação por energia elétrica era bastante superior ao do querosene e gás, mas isso não impediu que a tecnologia se estabelecesse, melhorasse e conseguisse tornar-se mais atrativa do que as concorrentes no espaço de alguns anos.

Imagem: Fouquet and Pearson, Seven Centuries of Energy Services: The Price and Use of Light in the United Kingdom (1300-2000)

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O que pode significar o motor elétrico para a engenharia química?


Tal como referido no post BEQ citado inicialmente, “o papel da engenharia química será certamente reformulado em relação ao que tradicionalmente lhe competia.” O motor elétrico para transporte rodoviário depende de tecnologias de materiais, de processos de produção desses materiais, e de saberes que a engenharia química já domina e é capaz de implementar. Em todo o caso, esta possível migração sugere uma maior interligação de disciplinas que historicamente tenderam a segmentar-se e autonomizar-se, como são a dos materiais, química, eletrotecnia, física, e outras.

Metais, semicondutores, díodos, gases, halogéneo, potência, fluorescência, incandescência, baterias, pilhas de combustível, eficiência energética, são exemplos da nomenclatura que engenharia química que se ocupa da iluminação tem de lidar. O assunto entronca também com o tema das energias renováveis, e o modo como a própria eletricidade precisa de ser produzida e armazenada de modo eficiente e sustentável. A figura abaixo exemplifica as diversas tentativas de tornar a iluminação a partir de energia elétrica mais eficaz, para o qual várias tecnologias e processos industriais concorrem entre si para proporcionar soluções e produtos cada vez melhores. 


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Não sendo possível antecipar o que irá acontecer em matéria de transporte rodoviário, é possível e expectável que alguns dos eventos que se avizinham para o motor elétrico tenham semelhanças com a história da iluminação, e que dentro de alguns anos o motor elétrico para o transporte rodoviário que hoje nos parece caro e de incerta implementação generalizada faça o seu percurso de escala e melhoria a ponto de se estabelecer como alternativa competitiva e real para a população mundial.

Revista semanal de imprensa (BEQ.2019.2): exportação de componentes autómoveis, inovação lusa sem escala, 80 anos de petróleo no Brasil, morte de Otto Perrone



A indústria de componentes para automóveis reúne-se nesta quarta-feira em Ílhavo, com uma folha de serviço recheada de méritos e uma grande pergunta: como é que um sector que registou um novo recorde de exportações em 2018 (cerca de 9400 milhões de euros em vendas ao exterior, uma melhoria na ordem dos 6% face a 2017), e que nesta década viu o volume de negócios aumentar mais de 60%, pode continuar a crescer de forma sustentada?


"Temos tradicionalmente essa dificuldade de valorizar o conhecimento, do ponto de vista económico", notou o secretário de Estado da Economia, que falava à agência Lusa no final de uma visita ao Departamento de Engenharia Química da Universidade de Coimbra, depois de também ter estado no Biocant Park, em Cantanhede, e no Instituto Pedro Nunes.


De fato, o petróleo jorrou no sábado, 21 de janeiro de 1939, no início da tarde, a partir de um poço perfurado no bairro do Lobato, em Salvador, após grande insistência e perseverança do engenheiro geógrafo Manoel Ignácio Bastos (1891 -1940) e de seu sócio, o corretor Oscar Salvador Cordeiro (1890 -1970). Muito antes disto, o anúncio da descoberta de petróleo havia sido publicado numa quinta-feira, 2 de março de 1933, e nos dias seguintes, em diversos jornais do país, pelos mesmos personagens.


O engenheiro Otto Vicente Perrone morreu aos 92 anos, no Rio de Janeiro, em dezembro. Mineiro de Guarani, na Zona da Mata, ele ganhou projeção nacional por seu trabalho na indústria petroquímica. Formou-se em Química Industrial em 1951 e em Engenharia Química quatro anos depois, pela Universidade do Brasil, hoje UFRJ.


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Nesta rubrica o BEQ faz uma compilação de notícias, artigos ou outros conteúdos, descobertos e lidos no decorrer da semana, e que tratam de temas centrais ou conexos com a engenharia química.O mote é divulgar este ramo engenharia pela promoção e consulta de conteúdos originalmente publicados por outras fontes que não o BEQ, desde logo blogues, jornais, revistas, ou sites em geral.

Revista semanal de imprensa (BEQ.2018.28): ainda menos CO₂ dos carros, o custo de limpar cigarros do chão, fusão na Petrobrás, e o exemplo da Bonduelle

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Os países da UE chegaram a acordo, na noite de terça-feira, para reduzirem em 35% as emissões de CO das viaturas novas em 2030. (...) Num comunicado divulgado esta manhã, o responsável da ACEA garantiu que a redução das emissões continua a ser uma das “principais prioridades da indústria automóvel da União Europeia”.

A região belga de Bruxelas quer cobrar à indústria tabaqueira os custos da limpeza das beatas de cigarros que acabam no chão, uma fatura estimada em 200.000 euros que as empresas admitem negociar.

A petrolífera estatal brasileira Petrobras anunciou que a subsidiária Petrobras América Inc-PAI e empresa norte-americana Murphy vão fundir as operações no Golfo do México, com a petrolífera brasileira a encaixar 955 milhões de euros. A parceria engloba todos os ativos de produção de ambas as empresas localizados no Golfo do México, a principal região produtora de petróleo nos Estados Unidos.

 A fábrica de Santarém é a única do grupo e também constitui caso único em Portugal. Produz anualmente cerca de 30 mil toneladas de legumes processados ultracongelados. A fábrica da Bonduelle em Santarém labora desde 1989 e é uma referência na agro-indústria nacional. A empresa tem uma relação próxima com os produtores da região, que fornecem cerca de 85% dos legumes que alimentam as linhas de produção da unidade fabril situada na zona industrial da cidade. 

Revista semanal de imprensa (BEQ.2018.26): terrorismo no petróleo, um gastrónomo engº químico, 713 mil veículos poluentes, e Coca-Cola com canábis


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Seis homens armados atacaram esta segunda-feira [10/09] a sede da Companhia Nacional de Petróleo (NOC) em Trípoli, na Líbia, onde foram ouvidos tiros e uma explosão, segundo testemunhas, que indicaram a existência de vítimas. Várias pessoas foram feitas reféns, avança o ministro do Interior Abdul Salam Ashour, citado pela Associated Press (AP).

Engenheiro químico, trader de metais, produtor de vinho, enófilo e um dos maiores gastrónomos do país: eis o currículo de Bento dos Santos, o homem que ajudou a lançar José Avillez.

Portugal tem um total de 713 mil veículos poluentes a gasóleo a circular nas estradas, um número que coloca o país no 11º lugar entre os Estados-membros da União Europeia (UE), refere um estudo divulgado esta segunda-feira pela Federação Europeia dos Transportes e Ambiente (T&E)

A possível incursão da maior empresa de bebidas numa das indústrias que mais rapidamente cresce está a animar os mercados. As cotadas do sector, como a Tilray, que está presente em Portugal, estão a disparar.

Revista semanal de imprensa (BEQ.2018.25): gás natural é solução no Brasil, baterias israelitas e japonesas para automóveis, e a nova marca de revestimentos Surforma

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De acordo com estudo elaborado pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), a inclusão de usinas termelétricas a gás natural na base de geração do sistema elétrico reduziria os custos com energia elétrica e garantiria mais segurança no abastecimento.

Dentro de pouco tempo, conseguir até 480 km de autonomia num carro eléctrico vai demorar tanto quanto atestar o depósito: 5 minutos. A promessa é da StoreDot, onde a BP investe 17 milhões de euros.

Com o veículo eléctrico a conquistar terreno, a Toyota estará já a trabalhar em baterias de maior autonomia e com tempos de carga mais baixos. A chegada ao mercado pode acontecer já em 2020.

O universo da Sonae Indústria tem uma nova marca: a Sonae Indústria de Revestimentos passa a denominar-se Surforma, que agrega o portefólio de laminados e compactos da empresa.


Revista semanal de imprensa (BEQ.2018.20): estudos ambientais, eleições vs. petróleo, extinção da indústria automóvel, e retorno económico de mina de lítio

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Queda do número de avaliações de impacto ambiental pode ser lida como um indicador da actividade económica do país. APA aponta para uma reversão da tendência decrescente em breve. Relatório do Estado do Ambiente é apresentado nesta terça-feira, Dia Mundial do Ambiente.

As eleições em países latino-americanos se tornaram um foco de preocupação para petroleiras internacionais. Elas temem que a onda próinvestimento estrangeiro que justificou investimentos bilionários na região nos últimos anos esteja perto do fim. Três importantes destinos de investimentos do setor, Brasil, México e Colômbia, têm eleições presidenciais em 2018.

Esta hipótese, que anuncia um futuro difícil para os fabricantes de volume, é levantada pelo CEO da Aston Martin, Andy Palmer. Segundo este responsável, podemos estar perto de assistir à extinção da indústria automóvel atual.

A empresa britânica Savannah Resources espera recuperar o investimento de quase 100 milhões de euros numa mina de lítio em Portugal em menos de dois anos, de acordo com um estudo exploratório publicado hoje.

Revista semanal de imprensa (BEQ.2018.19): carros elétricos vs petróleo, CUF muda de nome, siderurgia à venda, e preços de gás e eletricidade

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O mercado automóvel da Noruega está a pender para o segmento dos veículos elétricos. O fenómeno é de tal forma popular que, em 2017, 50% dos carros novos adquiridos, eram alimentados por eletricidade. A taxa é a mais alta do mundo e o impacto já se sente na indústria dos combustíveis fósseis.

A CUF, área de negócio da indústria química do Grupo José de Mello, passa a apresentar-se como Bondalti.  A marca quer consolidar o estatuto de principal produtor europeu não integrado de anilina e nitrobenzeno.

A brasileira Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) quer vender os activos que tem em Portugal. Em causa está a Lusosider, uma fábrica em Paio Pires, no Seixal. A venda desta unidade poderá render à CSN entre 300 milhões e 500 milhões de dólares, de acordo com o Valor Econômico, que cita cálculos da XP Investimentos.

Portugal manteve, em 2017, os preços mais elevados da União Europeia no gás e o segundo lugar no preço da eletricidade, em termos de paridade do poder de compra, segundo o Eurostat.




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