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Revista semanal de imprensa (BEQ.2019.8): lítio português, químicos e saúde na Europa, carros elétricos na Noruega, Brasil quer desburocratizar químicos




A quarta maior produtora de ferro do mundo, a Fortescue, fez pedidos de prospecção para 22 áreas no norte e no sul, cobrindo toda a zona à volta das áreas identificadas com potencial para a exploração de lítio.


Sistema de registo e avaliação existe há 12 anos, mas ainda há até produtos cancerígenos sem qualquer restrição a serem usados na produção de bens de uso comum.


Vendas do primeiro trimestre de 2019 mostram que três em cada cinco carros novos são 100% eléctricos e um em cada cinco são híbridos.


A Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) anunciou nesta terça-feira o lançamento da campanha "Desburocratize a Química", programado para o dia 3 de abril, com o objetivo de reduzir as dificuldades burocráticas enfrentadas pelo setor no país.

Revista semanal de imprensa (BEQ.2018.19): carros elétricos vs petróleo, CUF muda de nome, siderurgia à venda, e preços de gás e eletricidade

Nesta rubrica, o BEQ faz uma compilação de notícias, artigos ou outros conteúdos, descobertos e lidos no decorrer da semana, e que tratam de temas centrais ou conexos com a engenharia química.

O mote é divulgar este ramo engenharia pela promoção e consulta de conteúdos originalmente  publicados por outras fontes que não o BEQ, desde logo blogues, jornais, revistas, ou sites em geral.


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O mercado automóvel da Noruega está a pender para o segmento dos veículos elétricos. O fenómeno é de tal forma popular que, em 2017, 50% dos carros novos adquiridos, eram alimentados por eletricidade. A taxa é a mais alta do mundo e o impacto já se sente na indústria dos combustíveis fósseis.

A CUF, área de negócio da indústria química do Grupo José de Mello, passa a apresentar-se como Bondalti.  A marca quer consolidar o estatuto de principal produtor europeu não integrado de anilina e nitrobenzeno.

A brasileira Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) quer vender os activos que tem em Portugal. Em causa está a Lusosider, uma fábrica em Paio Pires, no Seixal. A venda desta unidade poderá render à CSN entre 300 milhões e 500 milhões de dólares, de acordo com o Valor Econômico, que cita cálculos da XP Investimentos.

Portugal manteve, em 2017, os preços mais elevados da União Europeia no gás e o segundo lugar no preço da eletricidade, em termos de paridade do poder de compra, segundo o Eurostat.




Sobre a não independência da Escócia, à luz da realidade dos engenheiros químicos desse país


Legenda: Poços de petróleo e gás no Mar do Norte


Os resultados de um inquérito recente levado a cabo pela IchemE são peremptórios no que aos engenheiros químicos escoceses a independência desse país diz respeito: a Escócia deve permanecer como está.


Se num primeiro momento nos poderemos perguntar o que têm os eng. químicos Escoceses de tão especial para justificar analisar a sua opinião de modo distinto da dos demais escoceses de outras profissões, a resposta surge contida nos motivos pelos quais 60% dos eng. químicos escoceses não quer a independência consumada: as coisas têm corrido bem para esta classe profissional.

Se não vejamos: um dos marcos recentes da história económica da Escócia e Reino Unido prende-se com a descoberta e exploração de gás e petróleo no Mar do Norte. Estima-se que os 45 milhões de toneladas de petróleo e gás extraídos nessa região em 2012 tenham requerido cerca de 200 mil postos de trabalho escoceses, 30 mil dos quais directos.

Assim, cerca de metade dos inquiridos (47%) teme que a eventual independência da Escócia quebre esta dinâmica económica vantajosa, desencadeando problemas como insegurança laboral e quebra de investimentos no sector. Este é claramente um facor que pesa na cabeça dos eng. químicos escoceses quanto à decisão de independência do seu país.


Em jeito de conclusão, é esperado que apenas uma minoria dos engenheiros químicos vote favoravelmente à independência da Escócia, e há motivos “técnicos”, como vimos, a suportar essa decisão.
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