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Sobre Helena Pereira, engª química com investigação em produtos florestais e biorefinaria, a liderar a Fundação para a Ciência e Tecnologia (Portugal)


Professora catedrática do Instituto Superior de Agronomia da Universidade de Lisboa desde 1993, Helena Pereira era vice-presidente da FCT desde 2017. Entre os vários cargos de gestão e coordenação académica e científica desempenhados por Helena Pereira estão o de vice-reitora (de 2007 a 2011) e reitora (em 2011) da Universidade Técnica de Lisboa.

Foi ainda pró-reitora da Universidade do Algarve de 1989 a 1992, coordenadora do Departamento de Ciências do Instituto de Investigação Científica e Tropical ou ainda presidente do Conselho Cientifico e coordenadora do Centro de Estudos Florestais do Instituto Superior de Agronomia.

Licenciada em engenharia química-industrial pelo Instituto Superior Técnico e doutorada pela Universidade de Hamburgo, Helena Pereira faz investigação na área da biomassa, produtos florestais e bio-refinarias. Mais concretamente, fez estudos sobre a cortiça e do sobreiro.

“Os desafios são muito grandes dado o papel determinante que a FCT tem no nosso sistema científico nacional”, diz ao PÚBLICO Helena Pereira. “Com esta nova direcção vamos continuar a consolidar o sistema já montado, melhorando e aumentando a participação portuguesa a nível internacional, principalmente na Europa em que há desafios como o [quadro comunitário] Horizonte Europa.”
Além disso, a nova presidente da FCT refere que terá muitos desafios internos como o emprego científico ou a colaboração entre o sistema académico, científico e empresarial. “Um dos desígnios importantes que a FCT vai ter é algo que a comunidade científica muito quer – e que eu também sinto porque durante toda a minha vida fiz parte dela: estabilidade e previsibilidade no financiamento da ciência em Portugal”, considera Helena Pereira, acrescentando que “este esforço já começou” no mandato anterior.

Fonte: Público

Revista semanal de imprensa (BEQ.2019.8): lítio português, químicos e saúde na Europa, carros elétricos na Noruega, Brasil quer desburocratizar químicos




A quarta maior produtora de ferro do mundo, a Fortescue, fez pedidos de prospecção para 22 áreas no norte e no sul, cobrindo toda a zona à volta das áreas identificadas com potencial para a exploração de lítio.


Sistema de registo e avaliação existe há 12 anos, mas ainda há até produtos cancerígenos sem qualquer restrição a serem usados na produção de bens de uso comum.


Vendas do primeiro trimestre de 2019 mostram que três em cada cinco carros novos são 100% eléctricos e um em cada cinco são híbridos.


A Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) anunciou nesta terça-feira o lançamento da campanha "Desburocratize a Química", programado para o dia 3 de abril, com o objetivo de reduzir as dificuldades burocráticas enfrentadas pelo setor no país.

Revista semanal de imprensa (BEQ.2019.6): Total nas renováveis em Portugal, baterias de grafeno, Amorim investe em mais cortiça, e comunicar melhor ciência




A Total venceu a corrida à compra da Novenergia, o quarto maior produtor de energias limpas em Portugal, com uma oferta superior a 600 milhões de euros. Entre os grupos que também disputavam a aquisição da empresa de energias limpas estavam a estatal chinesa Datang, o fundo norte-americano Contour Global e a Finerge (outro dos grandes produtores de energia eólica em Portugal).


É uma das novidades da Energizer na feira de tecnologias móveis que decorre em Barcelona. Com este smartphone, é possível ouvir 100 horas seguidas de música e pode mesmo aguentar 50 dias sem precisar de ser carregado.

A Corticeira Amorim vai investir sete a 10 milhões de euros, nos próximos três anos, na plantação de sobreiros. A meta do grupo é plantar 50 mil hectares em Portugal na próxima década, o que corresponde a um aumento da área total de montado de sobro do país em 7%, mas permitirá aumentar em cerca de 30% a produção de cortiça.


Três faculdades da Universidade do Porto (U.Porto) juntam-se num curso que visa “criar uma cultura de comunicação” e facultar a investigadores e estudantes de doutoramento ferramentas que lhes permitam “comunicar a ciência”, adiantou hoje o responsável.

Revista semanal de imprensa (BEQ.2019.4): crustáceos para limpar petróleo ou proteger arte, Hovione investe 200 M€, e preço da biomassa ameaça fechar centrais




Um conjunto de géis inovadores, com “elevada capacidade de remediação de ambientes contaminados com hidrocarbonetos de petróleo”, foram desenvolvidos por investigadores da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), foi hoje anunciado.




Empresa farmacêutica vai construir nova unidade no Parque Empresarial Baía do Tejo. Região acredita que será um farol para atrair outras empresas. Objectivo é investir 200 milhões e criar mais de 200 postos de trabalho.



O alerta é deixado por Carlos Alegria, presidente da Associação dos Produtores de Energia com Biomassa (APEB): “Se o preço dos resíduos florestais chegar aos 40/50 euros por tonelada, que é o valor pelo qual são vendidos à indústria da pasta de papel, porque tem um maior valor económico, eu fecho a central.


Investigadores portugueses estão a desenvolver um novo produto, não tóxico e feito com os exoesqueletos de camarão, para protecção de esculturas que se encontram nos espaços públicos das cidades.

Revista semanal de imprensa (BEQ.2019.3): fim polémico dos carros a diesel, novo gasóleo 'limpo', Galp reforça no Brasil, e mais cosmética brasileira na Europa




Os carros a gasóleo representaram, em 2018, 55% das vendas de ligeiros em Portugal. Mas, Matos Fernandes avisa que dentro de quatro anos o seu valor comercial é zero.


O novo 'gasóleo limpo' ainda está na fase de testes, nas estradas germânicas, mas a multinacional Bosch quer demonstrar que pode vir a ser utilizado em larga escala. O combustível chama-se C.A.R.E. diesel e, por enquanto, ainda é ligeiramente mais caro que o gasóleo convencional.

A unidade foi concebida especialmente para operar em projetos do pré-sal da bacia de Santos, com capacidade para processar diariamente 150 mil barris de petróleo e 6 milhões de metros cúbicos de gás natural. ”Está previsto que a FPSO seja interligada a um total de nove poços produtores e seis injetores”, assegura a petrolífera.

A Beauty Fair, marca referência para o setor de beleza não só para o Brasil, mas para toda a América do Sul, expande sua influência para outros mercados por meio da parceria com a Cosmoprof e passa a contribuir de forma mais abrangente para o desenvolvimento do mercado brasileiro de beleza.

Revista semanal de imprensa (BEQ.2019.2): exportação de componentes autómoveis, inovação lusa sem escala, 80 anos de petróleo no Brasil, morte de Otto Perrone



A indústria de componentes para automóveis reúne-se nesta quarta-feira em Ílhavo, com uma folha de serviço recheada de méritos e uma grande pergunta: como é que um sector que registou um novo recorde de exportações em 2018 (cerca de 9400 milhões de euros em vendas ao exterior, uma melhoria na ordem dos 6% face a 2017), e que nesta década viu o volume de negócios aumentar mais de 60%, pode continuar a crescer de forma sustentada?


"Temos tradicionalmente essa dificuldade de valorizar o conhecimento, do ponto de vista económico", notou o secretário de Estado da Economia, que falava à agência Lusa no final de uma visita ao Departamento de Engenharia Química da Universidade de Coimbra, depois de também ter estado no Biocant Park, em Cantanhede, e no Instituto Pedro Nunes.


De fato, o petróleo jorrou no sábado, 21 de janeiro de 1939, no início da tarde, a partir de um poço perfurado no bairro do Lobato, em Salvador, após grande insistência e perseverança do engenheiro geógrafo Manoel Ignácio Bastos (1891 -1940) e de seu sócio, o corretor Oscar Salvador Cordeiro (1890 -1970). Muito antes disto, o anúncio da descoberta de petróleo havia sido publicado numa quinta-feira, 2 de março de 1933, e nos dias seguintes, em diversos jornais do país, pelos mesmos personagens.


O engenheiro Otto Vicente Perrone morreu aos 92 anos, no Rio de Janeiro, em dezembro. Mineiro de Guarani, na Zona da Mata, ele ganhou projeção nacional por seu trabalho na indústria petroquímica. Formou-se em Química Industrial em 1951 e em Engenharia Química quatro anos depois, pela Universidade do Brasil, hoje UFRJ.


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Nesta rubrica o BEQ faz uma compilação de notícias, artigos ou outros conteúdos, descobertos e lidos no decorrer da semana, e que tratam de temas centrais ou conexos com a engenharia química.O mote é divulgar este ramo engenharia pela promoção e consulta de conteúdos originalmente publicados por outras fontes que não o BEQ, desde logo blogues, jornais, revistas, ou sites em geral.

Revista semanal de imprensa (BEQ.2019.1): fogo de artifício chinês, 'alcoolímetro' para o cancro, emissões em Portugal, e bola de berlim de carvão ativado




Alemanha, Holanda, Polónia e Reino Unido são os maiores importadores de pirotecnia da União Europeia, com a quase totalidade (98%) a vir da China. Em Portugal, um dos poucos países europeus com produção própria, mais de metade do fogo-de-artifício é fabricado em território nacional.


Um aparelho para detetar cancros através da respiração de uma pessoa, à semelhança daqueles que são usados para detetar álcool em condutores, vai começar a ser testado no Cancer Research UK, um centro de investigação no Reino Unido. O centro abriu inscrições para os 1500 voluntários necessários e os resultados devem ser apresentados daqui a dois anos.


Em março de 2018 a produção de energia renovável foi suficiente para satisfazer o consumo total de eletricidade em Portugal Continental, com especial contribuição das produções eólica e hídrica.


A bola de berlim com massa de carvão ativado e recheio de baunilha, 100% vegana, é a grande novidade da Berlineta para o arranque de 2019. 


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Nesta rubrica o BEQ faz uma compilação de notícias, artigos ou outros conteúdos, descobertos e lidos no decorrer da semana, e que tratam de temas centrais ou conexos com a engenharia química.O mote é divulgar este ramo engenharia pela promoção e consulta de conteúdos originalmente publicados por outras fontes que não o BEQ, desde logo blogues, jornais, revistas, ou sites em geral.

Sobre o conceito de «fábrica» ser eminentemente histórico, o papel da Revolução Industrial, e a natureza da força motriz no processo de produção




"Segundo o Mapa Geral Estatístico, a seguir às invasões francesas existiriam 509 fábricas [em Portugal], mas a verdade é que a grande maioria dos estabelecimentos anotados como tais não merece essa designação.

É preciso não esquecer que, do ponto de vista científico, não se pode considerar fábrica qualquer estabelecimento industrial, empregando um número maior ou menor de operários. Nem sequer nos podemos socorrer dum critério assente no número de operários utilizados para conhecer a importância económica dum estabelecimento industrial e a sua categoria.

(...) A fim de se estar em face duma indústria fabril em larga escala é necessário que exista um certo número de caracteres, o mais destacado dos quais é, sem dúvida, a utilização, no processo produtivo, dum sistema de máquinas. Isto é que caracteriza ter-se ultrapassado a fase da manufactura, o que implica uma transformação radical na estruturação das classes sociais, transformação baseada nessa revolução técnica; implica a definição clara dos grupos sociais que tomam parte na produção, quer diretamente  quer devido ao controle dos meios de produção.

(...) As indicações sobre «fábricas» fornecidas por inquéritos, estatísticas e estudos coevos têm de ser coadas pelos critérios acabados de mencionar rapidamente, visto que, conforme conforme aliás já vincámos noutro ponto, o conceito de «fábrica» é eminentemente histórico, quer dizer, com mais precisão, não podia existir antes do aparecimento da indústria moderna trazida com a enorme transformação imposta pela Revolução Industrial.


(...) É efectivamente com a Revolução Industrial que surgem as grandes instalações constituindo unidades orgânicas de produção empregando máquinas e recorrendo a tipos de energia motriz muito mais potentes, duma mobilidade, «divisibilidade» e controlo muito superiores a tudo quanto era imaginável com as antiquíssimas fontes energéticas, utilizadas pelo homem: as energias eólica, hidráulica, animal, além da fornecida por ele próprio como força motriz do processo laboral. "


Fonte: A. Castro, A Revolução Industrial em Portugal no Século XIX,  Limiar, 1978

Sobre 2019 como o "Ano para a Eficiência Material – Economia Circular” segundo a Ordem dos Engenheiros, e publicações BEQ recomendadas nesse sentido




O Conselho Diretivo Nacional da Ordem dos Engenheiros deliberou decretar o ano de 2019 como o "Ano OE para a Eficiência Material – Economia Circular”, iniciativa focada na economia circular e nas eficiências material, energética e hídrica, bem como no combate ao desperdício.

Tendo em conta a destruição de ecossistemas e a escassez de recursos naturais, que têm vindo a assumir um peso cada vez maior na Sociedade moderna, criando necessidades de alterações de paradigmas, que visem maior sustentabilidade a nível económico, natural e social, e de forma a assegurar um futuro sustentável para as gerações vindouras, foi criado um novo modelo de desenvolvimento, em formato circular, que afasta o conceito linear (produção, consumo, supressão) e se materializa num novo modelo baseado na otimização dos ciclos de vida, em circuito fechado, que reaproveita matérias. Este novo paradigma evita desperdícios de capital natural e humano, acrescenta valor, fomenta a partilha e torna o Planeta mais sustentável e eficiente, tornando o papel da Engenharia decisivo na procura e definição de soluções tecnicamente viáveis. 

A abordagem integrada que será feita a este tema resulta da convicção de que este novo modelo decorrerá necessariamente de soluções desenvolvidas pela Engenharia, a todos os níveis, que façam face às atuais tendências de aumento populacional, ao crescimento da procura e consequente pressão sobre os recursos naturais, que concorram para a melhoria das condições de vida, bem como a regeneração do capital natural.

Tendo isso presente, o Conselho Diretivo Nacional da Ordem dos Engenheiros decidiu colocar um foco superior, durante 2019, nesta temática, elegendo-o como o "Ano OE para a Eficiência Material – Economia Circular”. Esta iniciativa será sustentada por um conjunto de atividades a desenvolver durante o ano, baseadas nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), decretados em 2015 pelas Nações Unidas, e em vigor até 2030.


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Algumas publicações BEQ relevantes no contexto de Eficiência Material – Economia Circular:

Sobre o livro 'Poções e Paixões: Química e Ópera' de João Paulo André, e a compreensão da química pelos olhos da ópera, e da ópera pelos olhos da química




Quando se procuram referências à História da Química e da Engenharia Química em língua portuguesa, a oferta pode pecar por escassa. Não só não existe muito material originalmente escrito na nossa língua ou até traduzido, como o que há nem sempre é recente e pode ser lido sem uma preparação técnica prévia que permita captar e entender o seu conteúdo. A divulgação desta nossa ciência junto do cidadão comum não se faz com livros técnicos, ficando à mercê dos poucos que se aventurem a tricotar texto que interligue o modo como a química há séculos (e nalguns casos milénios) influencia e se deixa influenciar pelas sociedades. Este diálogo ocorre não apenas no que diz respeito ao legado de conhecimentos disponíveis em cada momento, como também às oportunidades abertas por novos produtos e tecnologias nos variados quadrantes da atividade humana.

É neste contexto específico que a recente iniciativa literária de João Paulo André (Professor Auxiliar na Escola de Ciências da Universidade do Minho), intitulada Poções e Paixões: Química e Ópera, pode e deve ser saudada no contexto da literatura e da engenharia química portuguesa, pela enorme criatividade com que casou a evolução e contributos da química com a ópera e sua história. Não se antecipando uma tarefa fácil, André conseguiu sistematizar o assunto dividindo-o em tópicos como alquimia, metais, botânica, bebidas, radioatividade, etc, os quais são alimentados quer do lado artístico (enredos das óperas, seus criadores, etc) quer do lado científico, através de explicações (nunca demasiado pesadas) sobre a pertinência e implicações de determinados aspetos relacionados com química. Pelo meio muita história é percorrida e curiosidades várias são apresentadas.

Finda a leitura desta obra, fica na retina uma muito bem sucedida e erudita conjugação de dois mundos muito remotamente emparelhados e discutidos como irmãos. Não sendo Portugal (ou o Brasil) países com tradição e cultura operática, isso não deve servir de impedimento à compreensão da química pelos olhos da ópera, e da ópera pelos olhos da química. E se com essa experiência a curiosidade pelo universo da ópera puder surgir no horizonte, o leitor encontra no livro 'Poções e Paixões' inúmeras sugestões de produções operáticas centradas no tema da química e engenharia química, tais como aquelas em torno da Revolução Industrial ou dos contributos de Maria Curie para a humanidade.

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Este livro foi adicionado à seção Livros do BEQ, onde se apresentam sugestões de leitura recreativa para engenheiros químicos.

Revista semanal de imprensa (BEQ.2018.35): Qatar fora da OPEP, Alentejo gerador de riqueza, reciclagem insuficiente em Portugal, e dessalinização no Brasil

Nesta rubrica o BEQ faz uma compilação de notícias, artigos ou outros conteúdos, descobertos e lidos no decorrer da semana, e que tratam de temas centrais ou conexos com a engenharia química.O mote é divulgar este ramo engenharia pela promoção e consulta de conteúdos originalmente publicados por outras fontes que não o BEQ, desde logo blogues, jornais, revistas, ou sites em geral.


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O Qatar vai deixar a Organização dos Países Exportadores de Petróleo em janeiro - um anúncio feito esta segunda-feira pelo ministro da Energia. O país, membro da OPEP desde 1961, é um dos mais pequenos produtores da organização. Representa menos de 2% da produção total de petróleo, mas é o maior exportador de gás natural liquefeito.


Ao contrário do que possa pensar, o primeiro lugar entre as regiões portuguesas não é ocupado por Lisboa, que fica na segunda posição, mas sim pelo Alentejo Litoral, com um PIB por habitante (rácio entre o PIB regional a preços correntes e a população residente) de 27,3 mil euros em 2017.


Associação ambientalista adverte que a véspera e o dia de Natal são o pico de produção de resíduos do ano. “Reutilizar – Para o ano há Natal” é a palavra de ordem da Zero, que recomenda os consumidores a separar e guardar papel ou mesmo a encontrar outras formas criativas de evitar o embrulho de presentes.


Anunciados como uma das ações do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) em parceria com Israel para o Nordeste, os dessalinizadores não são novidade no sertão e existem em centenas de comunidades do semiárido.

Revista semanal de imprensa (BEQ.2018.34): bioeconomia portuguesa, emissões dos bifes de vaca, salários na indª farmacêutica, e a empresa Polyanswer

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Olhando para as condições únicas que temos para a bioeconomia deveremos ambicionar colocar Portugal no centro desta nova economia e revolução tecnológica.

Reduzir o número de vacas e alterar a dieta alimentar fará bem à saúde e ao ambiente. Governo propõe reduzir o número de cabeças de gado bovino para metade.

Estudo global revela que três das dez carreiras mais bem pagas em Portugal, para profissionais com menos de cinco anos de experiência, estão nas farmacêuticas

A produtora de fluidos dilatantes para protecção de impactos está a explorar a área da Defesa e a “dar o peito às balas” na indústria, com a venda de matéria-prima para materiais de trabalho ou desportivos.

Sobre a Tupperware (fundada por um engº químico), e a sua história, materiais e presença no mundo

Este artigo resulta de uma colaboração com o blogue Quimíssima, que muito recomendo a visita, e que se dedica à descodificação química do nosso dia-a-dia.

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Tudo começou com uma pequena caixa! Houve, de facto, um Sr. Earl Tupper...um grande inventor. Earl S.Tupper, americano, engenheiro químico, criou a Tupperware em 1944. 

(…) Pouco antes da sua introdução ao consumidor em 1946, os materiais plásticos de muitos fabricantes inventados por Earl Tupper foram canalizados para a frente de combate. A versatilidade e a conveniência dos produtos "milagrosos" da Tupper ajudaram a lançar a revolução dos plásticos na década seguinte. Os primeiros produtos de plástico para consumo da Tupper (…) ofereceram um benefício único que os recipientes de alimentos tradicionais não tinham: eram mais leves e tinham menor probabilidade de quebrar do que os tradicionais copos e louças.


Sr. Earl Tupper, engº químico fundador da Tupperware

(...) Em 1946, a Tupper introduziu seus lendários selos herméticos modelados, seguindo-se a borda invertida que impedia que a comida secasse, murchasse ou perdesse seu sabor no agora comum frigorífico. Apesar de sua natureza inovadora, os produtos da Tupper não vendiam bem em lojas, principalmente porque os consumidores precisavam de demonstrações para entender como eles funcionavam. Em resposta, a primeira Tupperware Home Party foi realizada em 1948, introduzindo uma maneira totalmente nova para os produtos da Tupperware alcançarem os consumidores. As demonstrações provaram ser uma maneira extremamente eficaz de comunicar (…).

Quando os fornos de microondas começaram a entrar nas cozinhas, a Tupperware introduziu produtos projetados especificamente para os fornos microondas e convencionais. Uma vez que o micro-ondas foi totalmente aceite como um eletrodoméstico, a Tupperware introduziu produtos exclusivamente para o aparelho, que poderiam aquecer as sobras ou cozinhar os alimentos congelados que se tornavam cada vez mais um alimento familiar.

 (...) Em 1963, a empresa estava presente em seis países europeus e logo depois lançou-se no Japão e na Austrália. A Tupperware também tinha escritórios de vendas na África e América Latina antes de 1970. Desde então, a Tupperware Brands expandiu-se para quase 100 países em todo o mundo através de sete marcas: Avroy Shlain, Fuller, NaturCare, Nutrimetics e Nuvo. A empresa está sediada em Orlando (Flórida -EUA) e emprega 12 mil colaboradores.

Fonte: Tupperware

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  • A TupperWare em Portugal:



A Tupperware em Portugal fundou-se em 1965. A empresa detém atualmente uma fábrica e armazém em Portugal, localizados em Montalvo (Abrantes).

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  • Alguns dos polímeros usados nos produtos TupperWare :

O blogue português Quimíssima concebeu uma excelente infografia que sumaria os principais polímeros encontrados nos produtos da marca Tupperware, e que se apresenta abaixo.

Visite Quimissima.com !

  • O processo de criação e produção de Tupperware:


Sugere-se ativação das legendas automáticas em português, 
nas opções do canto inferior direito do vídeo.

Revista semanal de imprensa (BEQ.2018.33): encolhimento da Cimpor, novo antibiótico da Cipan, uma medalha de ouro, e o mármore em Portugal

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Muitas alianças e traições depois, aquela que chegou a ser a maior multinacional portuguesa acabou reduzida a três fábricas. Em apenas cinco anos, a Cimpor passou de lucros a prejuízos, duplicou a dívida e reduziu a rentabilidade para metade. O que ditou este encolhimento?


Depois de um período de incerteza sobre a sua estrutura accionista, a empresa agora controlada por espanhóis vai participar num novo antibiótico aprovado nos Estados Unidos.


Licenciado em Engenharia Química pela FEUP (1973) e doutorado na mesma área pela Universidade do País de Gales (1982), Sebastião Feyo de Azevedo foi distinguido este sábado com a Medalha de Ouro da Ordem dos Engenheiros (OE).


A trágica derrocada na pedreira de Borba trouxe à boca dos portugueses a palavra “mármore”. Será que os nossos decisores políticos, os nossos jornalistas e comentadores de serviço e o cidadão comum sabem o que é o mármore?


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