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Sobre os metais raros e as perspectivas de I&D





O desenvolvimento de novos e avançados materiais costuma ser a força directriz para algumas indústrias, nomeadamente aquelas que envolvem semicondutores, compósitos, filmes e revestimentos, equipamentos médicos, processos químicos e ambientais, sistemas de energia produtos farmacêuticos.

A investigação e desenvolvimento (I&D) em torno destes materiais assenta no desenvolvimento de novas características, propriedades, capacidade de processamento ou de novas famílias químicas, e pode originar a criação de novas indústrias.

Os metais raros são materiais essenciais nas actuais tecnologias de ímans, baterias, LED, mas também em aplicações militares. Têm sido gastos milhões de dólares e muito tempo neste tipo de produtos, cujo desempenho depende da incorporação de metais raros.

A maior partes deste valiosos metais provém actualmente da China, já que as alternativas não chinesas se foram extinguindo ao longo de 15 anos devido aos baixos preços praticados pelos chineses.

Enquanto algumas das minas desactivadas se encontram em processo de reactivação devido à escassez de metais raros e à grande procura dos mesmos, países e entidades como o Japão, a Coreia do Sul, o Canadá e a União Europeia têm lançado programas de I&D no âmbito dos metais raros que têm por meta:

- Encontrar substitutos;
- Melhorar a eficiência destes materiais;
- Incluir materiais renováveis;
- Desenvolver processos para a sua reciclagem;
- Estudar os padrões de consumo;
- Estudar aprofundadamente a metalurgia dos metais raros;
- Desenvolver processos de mineração inovadores.

É de referir que a administração Obama (EUA) estipulou o aumento de financeamento em I&D em três áreas relacionadas com os metais raros: a nanotecnologia do armazenamento e conversão da energia solar; a produção sustentável em nanoescala; e a nanoelectrónica.

Em termos de investigação científica, os indicadores mostram que os EUA perderam a liderança nas publicações sobre metais raros para a China.

A revista R&D Magazine fez um inquérito quanto à previsão das áreas mais importantes no âmbito da tecnologia de materiais em 2014. Na imagem abaixo são apresentados os resultados desse inquérito: os nanomateriais dominaram as respostas, seguindo-se os materiais compósitos e os fotovoltaicos:






Fonte: R&D Magazine

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