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Sobre os alarmes nas salas de controlo da indústria

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O dia-a-dia nas salas de controlo de plantas industriais caracteriza-se pela monitorização das variáveis que importa acompanhar no âmbito dos processos químicos em curso.
A monitorização destes processos, que se encontra cada vez mais informatizada e, por consequência, centralizada num operador, funciona com recurso a alarmes que disparam sempre que uma ou mais variáveis atingem valores que ultrapassam os limites inferiores e superiores desejados e estipulados.
Feita esta breve introdução, "uma das questões que os gestores das plantas industriais enfrentam prende-se com o número de alarmes a que um operador consegue dar resposta, a qual se repercute na organização de uma sala de controlo.
Uma investigação recente do consórcio "Abnormal Situation Management" mostrou que, em média, um operador na sala de controlo é confrontado com 2,3 alarmes a cada 10 minutos para situações normais de operação. Segundo dados do "U.K. government's Health & Safety Executive" a média é, ao invés, 5 alarmes por cada 10 minutos.
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As linhas orientadores da associação de utilizadores de equipamentos de engenharia e materiais (The Engineering Equipment and Materials Users' Association - EEMUA), que datam de 1999, estabelece como objectivo 1 alarme por cada 10 minutos. O mesmo organismo refere que 5 alarmes por cada 10 minutos sujeita o operador a excessiva tensão.
Alguma investigação tem sido conduzida no sentido de estudar se a hierarquização dos alarmes por categorias de importância pode incrementar a capacidade dos operadores darem resposta a mais situações anómalas.
Ao que parece, com recurso a categorias que reflectem diferentes graus de gravidade das situações reportadas pelos alarmes é possível que os operador dêem resposta a mais alarmes do que aconteceria de outro modo. Porém, este aumento de capacidade de resposta é conseguido à custa do aumento do tempo de resposta dos alarmes de menor gravidade.
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Um aspecto que também tem sido alvo de investigação é o peso da experiência do operador na gestão dos alarmes que ocorrem na sala de controlo. Os resultados confirmam que um operador experiente é capaz de responder a mais situações mas que questões como a forma como os alarme são apresentados aos operadores bem como  tarefas adicionais que estes também tenha de executar são igualmente importantes no estabelecimento de um limite humano de resposta a alarmes de controlo."
Fonte: Chemical Processing

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