"As baterias são, tal como o hidrogénio, uma das áreas consideradas estratégicas pela Comissão Europeia, pelo potencial que têm de dinamização da actividade industrial e económica e, em simultâneo, de contribuir para os objectivos de descarbonização das economias europeias. O objectivo é que estas iniciativas transfronteiriças possam contribuir para o desenvolvimento de uma série de avanços tecnológicos na área das baterias. (...) Neste plano conjunto participarão empresas como Tesla, Borealis, BMW, Enel X, Varta Micro Innovation, Solvay, Mans, FCA e Cellforce Group, entre outras."
"A empresa tecnológica sueca CorPower Ocean vai investir 16 milhões de euros na criação de um centro de Investigação e Desenvolvimento (I&D) em Viana do Castelo para a produção de conversores da energia das ondas, a instalar no porto de mar da capital do Alto Minho. (...) Em outubro de 2020, o representante em Portugal da tecnológica sueca, Miguel Silva Miguel Silva disse que no centro de Investigação e Desenvolvimento (I&D), que empregará 15 trabalhadores "altamente qualificados", será produzido, em 2021, "o primeiro equipamento em escala real, capaz de produzir 300 kilowatts de energia", a ser "instalado na Aguçadoura, ao largo da Póvoa de Varzim, para a realização de testes".
"A Oxy Capital - Sociedade Gestora de Fundos de Capital de Risco notificou a Autoridade da Concorrência da compra do fabricante de peças em plástico Ancal - Plásticos, de Oliveira de Azeméis, (...) Segundo o site do fabricante Ancal Plásticos, a empresa iniciou atividade em 1976 na área de fabricação de peças de plástico injetadas para a indústria automóvel, mobiliário, eletrónica e para o setor floral, emprega 65 trabalhadores e dispõe de instalações fabris próprias com 5.400 metros quadrados (m2) de área coberta, situadas na Zona Industrial de Oliveira de Azeméis, destinando 45% da sua produção ao mercado externo".
"A maior fabricante portuguesa de tintas adquiriu o controlo da empresa transalpina, que fechou o último exercício com uma faturação de 90 milhões de euros, permitindo ao grupo da Maia entrar no top-40 mundial do setor com vendas superiores a 320 milhões. (...) A empresa portuguesa e líder ibérica no mercado de tintas e vernizes e o grupo Boero, empresa italiana de tintas e vernizes fundada em 1831, "líder nos setores de tintas para a construção civil, iates e naval", apostam, assim, "num futuro conjunto visando uma nova dinâmica em busca de um maior crescimento e consolidação da sua presença a nível europeu", enfatiza a CIN.".