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Sobre o pólo de produção de dióxido de titânio da Crimeia (Ucrânia), e as aplicações deste composto

Numa altura em que a Crimeia, uma república autónoma da Ucrânia, tem merecido grande atenção da comunidade internacional por motivos políticos, o BEQ aproveita para dar a conhecer uma das vertentes mais fortes da indústria química dessa região: a produção de dióxido de titânio.

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Pela mão da empresa Crimea Titan, a produção de dióxido de titânio é a maior de todo o leste europeu. Os dados consultados apontam para 105 mil toneladas deste composto em 2010, e 108 mil em 2011. Esta empresa representa 88% da produção de TiO2 na Ucrânica, sendo que perto de 70% da produção é destinada à exportação. No cerne da afirmação deste pólo industrial na região estão a grande procura mundial por este material inorgânico, e raridade da matéria prima do qual a sua produção depende. [1]

Fábrica da Crimea Titan 



Processo de produção de dióxido 
de titânio da Crimea Titan

Unidade de calcinação - Crimea Titan

 
Filtragem "branca" - Crimea Titan 

Para que serve o díóxido de titânio?
TiO2 é usado numa miríade de aplicações para o sector industrial e para consumidores finais, compreendendo tintas, revestimentos, adesivos, papel e cartão, plásticos e borrachas, tintas de impressão, têxteis e tecidos revestidos, sistemas catalíticos, cerâmicas, coberturas de pavimento, acabamentos em tectos, cosmética, fármacos, agentes de tratamento de água, corantes alimentares, etc [2]

De entre estas aplicações, destaca-se a capacidade para absorver raios UV, o que os dota de interesse para formulações cosméticas visando a proteção contra a exposição solar, os habituais cremes que o cidadão comum usa no Verão, na praia.

Exemplo de aplicação do dióxido de titânio, em virtude
das suas capacidades de absorção de raios UV.

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