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Sobre nanodispositivos para fotossíntese artificial



Há muito que os cientistas ambicionam melhorar o processo de fotossíntese. O conceito de folha artificial assenta num funcionamento a energia solar e díóxido de carbono, tal como uma folha vegetal genuína. 

Sabe-se que fotossíntese natural é um processo pouco eficiente devido às transformações químicas que ocorrem a planta que a energia solar possa ser uma fonte de energia utilizável pelas células vegetais.


No âmbito das folhas artificiais, como o objectivo é converter energia solar em electricidade ao invés de energia solar em energia armazenas em ligações químicas, é possível melhorar a eficiência da captura da energia solar de modo que as folhas 

Através de um "bionanodispositivo", investigadores da Universidade do Michigan produziram uma solução que combina cianobactérias e nanofios a qual se traduz num aumento de eficiência na fotossíntese relativamente à eficiência individual das cianobactérias.

Também no MIT  cientistas desenvolveram o que se pode chamar uma folha artificial que produz hidrogénio a partir de água e luz solar. 

Devido ao elevado custo na produção de nanodispositivos, a massificação destas tecnologias não se prevê viável. Estas soluções conseguem ter o dobro da eficiência das plantas no processo de fotossíntese, mas em termos absolutos apenas conseguem converter 4 a 5% da energia solar em electricidade.

Estima-se que a fotossíntese artificial apenas se torne competitiva quando ultrapassar o triplo de eficiência dos vegetais. 

Fontes:  NextNature   e   Geek.com





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