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Sobre a intensificação das inspeções à indústria química chinesa, e as irregularidades ambientais em 43% das fábricas



Movidos pelo superior interesse de garantir mais qualidade no ar respirado em cidades como Pequim, as autoridade chinesas aumentaram a frequência e a duração das inspeções à indústria química e petroquímica chinesa, incluindo em pequenas e médias empresas. Estas últimas estão agora sob um escrutínio idêntico àquele que anteriormente apenas se encontrava nos complexos industriais estatais de grande dimensão.

Cerca de 30 refinarias de petróleo independentes da região de Shandong foram fechadas desde Julho [de 2017], além de um número não especificado de unidades químicas produtoras de óxido de propileno (PO), PVC e pneus de borracha. Shandong detém metade da capacidade de produção de PO da China, que é usado para fabricar peças elásticas de automóveis e requer um dispendioso tratamento das águas residuais geradas. Nesta região são também produzidos quase metade dos pneus de borracha do país, em processos que emitem gases perigosos (segundo William Chen, da consultora IHS Markit).  Entre as plantas que foram encerradas encontram-se as empresas  Shenchi Petrochemical, Hengyuan Petrochemical Group, Fuyu Chemical e a Aoxing Petrochemical.

De acordo com a Federação Chinesa de Petróleo e Indústria Química (entidade semi-oficial), as inspeções totalizaram 1891 visitas recentes a unidades industriais, sendo que em 43 % delas foram detetadas violações de natureza ambiental.

Fonte: South China Morning Post

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